A geologia de Petrolina, marcada pelos sedimentos da Formação Caatinga e pelos solos residuais do embasamento cristalino na zona norte, impõe desafios severos a qualquer projeto de corte ou aterro. A presença de silte expansivo em cotas mais elevadas e a proximidade com o lençol freático nas áreas ribeirinhas do Rio São Francisco, que em cheias históricas já elevou o nível em mais de 8 metros, exigem uma análise de estabilidade de taludes criteriosa. Nosso laboratório acreditado ISO 17025 executa investigações geotécnicas que integram os parâmetros de resistência do solo com as condições hidrogeológicas locais. Aplicamos os critérios da ABNT NBR 11682 para garantir que cada talude em Petrolina ofereça segurança operacional a longo prazo. Antes de avançar com a terraplenagem, muitos projetos combinam esta análise com o ensaio CPT para obter um perfil contínuo da estratigrafia e identificar camadas de baixa resistência.
Um talude bem projetado em Petrolina não apenas evita rupturas, como economiza até 30% em contenção ao otimizar o ângulo de inclinação com dados reais de ensaio.



